A vida e o poema

Se a vida é um poema

Que não tem nenhuma interpretação

Talvez seja como um dilema com só uma opção

Nossa visão unilateral vê só um problema

Se a vida é o que é, o que é ela então?

Um “deja vu” de algo que nunca ocorreu

Um tempo que nos traí de antemão

Enquanto lamentamos da vida que ainda não morreu

Nascemos nesse arvorecer de dores

Que se confundem com as mais belas cores

Que a luz nos nutri com a esperança

E nos tira de nossa insegurança

Se um poema é como a vida,

Não basta letras, palavras, frases e sentimentos

É necessário alguém que nisso veja a dúvida

E crie dentro de si algo que junte todos os elementos


Se a vida tem alma, qual é a alma do poema?

O poeta escreve e o leitor sente e consciente

Se identifica com estrofes sem assunto nem tema

Usa a lupa pra enxergar aquilo que seja convincente

E finalmente do poema há vida, há alma, há luta

Pois a vida é movimento de uma luta absoluta

Se de uma palavra pode causar impacto

Entre o leitor e poeta se fecha um pacto

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